terça-feira, 11 de setembro de 2012

Pao Pita / BC - Países de A a Z - Jordânia


 Bom dia, boa tarde ou boa noite gente "mai"linda do mundo.
Ora hoje é dia da BC - Países de A a Z lá do blog "Cozinha de Mulher" da Sheilinha, e eu ha duas semanas que nao participo! Foram as ferias com o marido e depois o incio do trabalho, um "tumulto" que me deixou sem grande tempo para pesquisas. Esta semana andei a ver o que poderia fazer com a letra J, e olhem que as opçoes nao foram muitas, e depois tinha de aliar a escolha do país de forma a nao sair muito tb da minha dieta diaria, entao fui dar uma volta ali para as bandas dos países árabes, que exercem sobre mim um fascínio para lá de grande, com as maravilhosas historias das mil e uma noites, os sultoes, os xeques, a misteriosa grandeza dos desertos, a propria cultura tao diferente da nossa. Bem entao a minha viagem foi até á Jordânia.


Não há como escapar a Petra, um dos mais espectaculares sítios arqueológicos do mundo, a jóia da coroa do turismo da Jordânia. Mas Petra está longe de ser a única atracção do país. Do deserto em Wadi Rum ao turismo sustentável na Reserva Natural de Dana, da lama preta do Mar Morto ao bíblico Monte Nebo, dos mosaicos de Madaba à capital Amã, nao faltam motivos para visitar este país.
O Wadi Rum, um dos mais belos 

desertos do Médio Oriente, 

acaba de entrar para a lista da UNESCO como Património 

Mundial. Um dos lugares das movimentações da Revolta Árabe 

de 1917-1918, o Wadi Rum era já, desde há duas décadas, parque 

natural e área protegida.

O que têm os Dardanelos a ver com o Wadi Rum, o deserto 

jordano situado entre Aqaba, no Mar Vermelho, e a fronteira com 

a Arábia Saudita? O vínculo gerou-o a Primeira Guerra Mundial, 

quando o Império Otomano (que englobava, então, uma boa parte 

do Médio Oriente - Siria, Iraque, Libano, a Turquia actual e, 

ainda, Jordânia e Israel, ambos os territórios sob o nome de 

Palestina) se tornou aliado da Alemanha e começou a ameaçar o 

Canal do Suez, elo de ligação dos britânicos com o seu império 

colonial. O exército britânico instalou-se no Egito para defender o 

canal, mas tal não bastava: o Reino Unido visava o 

desmantelamento do Império Otomano e a conquista do estreito 

dos Dardanelos era uma etapa fulcral para avançar para Istambul. 

As pesadas baixas sofridas pelos aliados franceses e britânicos no 

local mostrou que sem a ajuda dos Árabes os objectivos 

estratégicos no Médio Oriente estavam comprometidos.
Aldeia de Rum, Jordânia
Aldeia de Rum, porta de entrada no deserto

Ora, os Árabes estavam 

desejosos de se verem livres do 

domínio dos Turcos, pelo que 

não tardou a ser celebrado um 

acordo entre os exércitos 

britânicos e o Xarife Hussein, 

que, com os seus dois filhos, 

Abdullah e Faisal, lançou as sementes da Revolta Árabe, sem a 

qual não teria sido possível a vitória dos Aliados sobre a 

coligação turco-germânica - pelo menos sem custos enormes em 

termos de vidas humanas.

É aqui que entra o tenente inglês T. E. Lawrence, conhecido por 

Lawrence da Arábia, que serviu de intermediário nas negociações 

com os Árabes e que 

comandou, com Faisal, 

as conquistas de Aqaba 

e de Damasco. O 

militar inglês, que 

sempre teve consciência de que os 

generais e o poder que 

servia nunca 

cumpririam o acordo que assinaram com os Árabes, escreveria 

mais tarde em Os Sete Pilares da Sabedoria: “Tornou-se evidente 

desde o início que, se ganhássemos a guerra, essas promessas 

seriam letra morta, e se eu tivesse sido um honesto conselheiro 

dos Árabes, tê-los-ia aconselhado a voltarem para casa e a não 

arriscarem as suas vidas...”. A justificação do envolvimento de 

Lawrence na revolta não esconde o móbil colonialista da guerra e 

a estratégia utilitarista do acordo: “Arrisquei-me a uma fraude, na 

minha convicção de que a ajuda dos Árabes era necessária para 

obtermos uma vitória barata e rápida no Oriente e que era 

preferível ganharmos e não cumprirmos a nossa palavra do que 

perdermos”. O tenente Lawrence não podia ser mais claro sobre a 

forma como os Europeus se serviram dos Árabes para 

perseguirem os seus próprios desígnios numa região - saber-se-ia 

mais tarde - que atravessou todo o século XX marcada pela 

instabilidade e pela violência.
Grande parte do filme Lawrence da Arábia, de David Lean, foi rodado no Wadi Rum
Grande parte do filme Lawrence da Arábia, de David Lean, foi rodado no Wadi Rum

E nesta história, como e 

onde entra o Wadi Rum? 

Para prosseguir para 

norte, era necessário 

cortar os abastecimentos 

turcos através da cidade 

estratégica de Aqaba. 

Os Turcos julgavam-se 


bem protegidos pelas montanhas circundantes e pela região 

desértica a leste. O tenente T. E. Lawrence gizou um plano que se 

mostrou judicioso: um ataque de surpresa, com uma força 

relativamente pequena, de quinhentos soldados, através do deserto 

do Wadi Rum. Ainda que a queda de Damasco (que representou o 

fim do domínio dos Árabes pelos Turcos) tenha sido lançada mais 

tarde a partir de Azraq, esta opção táctica de Lawrence deixou 

para sempre o Wadi Rum ligado à Revolta Árabe. Ainda hoje um 

dos factores de atracção que exerce sobre os viajantes esta parte 

do grande deserto que se prolonga pela Arábia Saudita tem a ver 

com a gesta de Lawrence e dos seus companheiros árabes de 

rebelião independentista. E, evidentemente, o facto de meio século 

mais tarde, o realizador inglês David Lean ter ali rodado a maioria 

das cenas de Lawrence da Arábia.

WADI RUM - DOZE MIL ANOS DE OCUPAÇÃO HUMANA

A inscrição do Wadi Rum como Património Mundial na lista da 

UNESCO baseia-se, obviamente, em razões menos 

circunstanciais, em factores que combinam mais perenes aspectos 

naturais e culturais. Os critérios da classificação naturais centram-

se em dimensões como a flora, que combina três tipos 

característicos de regiões desérticas, e uma paisagem 

absolutamente original em todo o Médio Oriente, com gargantas e 

vales extensos alternando com formações rochosas de imponente 

porte e formas trabalhadas pela erosão elevando-se entre grandes 

dunas de areia, que as radiações do crepúsculo parecem 

metamorfosear em rubras brasas. Mas para que as areias do 

deserto se cubram de tonalidades avermelhadas não é forçoso 

esperar pelo ocaso. Saiba a fortuna premiar-nos com a perspectiva 

justa e gargantas como a do Wadi Umm Ashreen acabam por se 

revelar como um tapete rubro estendido entre penedias 

acinzentadas.
Dunas no deserto Wadi Rum
Dunas vermelhas e modelações rochosas, a configuração singular do Wadi Rum

A história cultural é 

outro aspecto 

distinguido pela decisão 

da UNESCO. A zona é 

mencionada tanto no 

Velho Testamento como 

no Corão, atribuindo-se, 

na primeira dessas 

narrativas, aos 

descendentes de Noé a escolha da região para se instalarem. Há 

um velho templo nabateu em ruínas e muitas inscrições rupestres 

que são eloquentes quanto à ocupação humana da área desde, 

pelo menos, há doze mil anos, mostrando que as actividades das 

populações se dividiam entre a pastorícia e a agricultura e 

levaram à constituição de pequenos centros urbanos.

Esta decisão da UNESCO vem ao encontro de preocupações e 

projectos que remontam a 1979. Uma parte do Wadi Rum era já 

considerada como reserva natural e área protegida, gerida pela 

municipalidade de Aqaba, pelo que as jornadas e visitantes já são, 

há certo tempo, fortemente condicionadas e sujeitas a 

regulamentos e restrições.

À entrada do Wadi Rum há um centro de acolhimento e uma 

dezena de quilómetros a seguir fica o único aglomerado 

populacional, a pequena aldeia de Rum. Há na região três tribos 

de beduínos (Zalabia, Zuwaydeh e Swalhiyeen), que se conservam, 

pelo menos em parte, semi-nómadas, habitando alguns em tendas 

do mesmo género que é possível observar noutras regiões da 

Jordânia. Qualquer uma das tribos oferece serviços autorizados de 

exploração das respectivas áreas (de jipe ou de camelo, 

sobretudo), sendo a parte central do Wadi Rum a área de 

movimentação da tribo Zalabia.


CAMINHADAS, ESCALADAS E ANDANÇAS DE CAMELO


À parte as óbvias precauções, tendo em conta as grandes 

amplitudes térmicas que se manifestam ao longo de quase todo o 

ano, os visitantes devem anotar uma série de diligências a que não 

se podem furtar. Dado o estatuto de área protegida - reforçado 

agora com a classificação da UNESCO, que deverá levar à 

introdução de mais severas restrições -, o acesso ao Wadi Rum é 

rigorosamente controlado e as jornadas têm que ser, portanto, 

previamente planeadas. Da mesma forma, a marcação de 

alojamento tem de ser feita com antecedência, dispondo a área de 

um número limitado de acampamentos autorizados, com níveis de 

conforto muito elementar. Aí reside, aliás, um dos fascínios destas 

incursões ao Wadi Rum, a dormida no coração do deserto, sob um 

límpido manto de estrelas, com o silêncio só quebrado por um ou 

outro sussurro do vento.


Camelos no Wadi Rum, Jordânia
Pequenas expedições em camelo são uma das hipóteses de visita ao Wadi Rum

Com um mapa nas 

mãos, os visitantes mais 

rijos e intrépidos podem 

programar umas 

digressões diárias a pé 

pelas gargantas e pelos 

vales, e descobrirem, de 

forma autónoma, 

algumas das singulares 

formações geológicas 

em granito e basalto. Se o acaso o proporcionar, cruzar-se-ão com 

uma ou outra cáfila de meia dúzia de camelos, e mais adiante com 

um ou outro cavaleiro.

Desde meados da década de 80 do século passado o Wadi Rum 

atrai também gente interessada em actividades de montanhismo e 

de escalada. As ravinas verticais constituem um desafio para este 

tipo de aventureiros, assim como as duas maiores montanhas - que 

se erguem diante uma da outra -, o Jebel Um Ashreen (1.753 m) e 

o Jebel Rum, a segunda maior montanha da Jordânia (1.754 m). 

Outras modalidades à escolha do viajante passam por pequenas 

expedições de camelo e circuitos em jipe, com direito a guia, 

explicações e passagem pelos pontos mais interessantes - arcos 

em pedra, gravuras rupestres, grandes dunas de areia ou as ruínas 

de uma casa que se diz ter sido habitada por Lawrence da Arábia. 

E, claro, a atracção turística dos Sete Pilares da Sabedoria

disposições rochosas a que se assaca a inspiração de Lawrence 

para o título do seu livro de memórias sobre a Revolta Árabe. É 

uma atribuição duvidosa que cai que nem uma luva na 

ingenuidade crédula do turista - que, de resto, se move e paga 

para se divertir e não para tropeçar em dúvidas cartesianas.

Sobre os Sete Pilares da Sabedoria - essa mitologia que também 

tanto ajudou à fama do Wadi Rum -, mais próxima da verdade 

estará a versão que diz que a ideia do título foi recolhida numa 

passagem bíblica. A dedicatória do livro, um poema de Lawrence, 

dá-nos uma boa pista: “... tomei nas minhas mãos esta maré de 

homens, / e escrevi a minha vontade em estrelas pelo céu / para te 

dar a Liberdade, essa preciosa casa de sete pilares...”.

E sobre o Wadi Rum, haveria Lawrence de escrever, a páginas 

tantas do livro, sobre como, nos intervalos dos preparativos para o 

ataque, se passeava pelos “vales mais próximos, para ver as 

faixas horizontais cor-de-rosa, e castanhas, e cremes, e vermelhas, 

que davam aos penhascos um tom geral avermelhado, encantando-

nos com os diversos desenhos de finas pinceladas de cor mais 

clara ou mais escura, traçados sobre o corpo liso das rochas...”.


Fonte: Alma de Viajante





Nas terras Arabes o Pao Pita é uma constante, confesso que gostei muito do sabor deste e apos varias pesquisas acabei por fazer um que vinha no livro da Bimby, aliando 2 coisitas, a falta de tempo com  que tenho andado e a dita que ja ha muito tempo olhava para mim na bancada e andava tristinha pq eu nao a punha a trabalhar, entao ontem ela trabalhou!!

*15 gr de azeite 

*300 gr de água 

*500 gr de farinha

*2 colheres de café de sal 

*5 gr de açúcar em pó-usei normal

*25 gr de fermento fresco (nao tinha usei meia saqueta de

 fermipan)


Coloquei no copo a água e o fermento programei 2min/Temp 37º/ 

vel 2.

Juntei a farinha , o açúcar, o azeite e o sal programei  3Min/vel 

espiga.


Pré-aqueçi o forno a 240º.




Tradicional - desfaz-se o fermento em agua tepida e adicionam-se 

os restantes ingredientes batendo bem até obter uma massa lisa e 

homogenea, fica com uma textura um pouco elastica.




Retirei a massa e deixei levedar tapada cerca de 1hora até dobrar 


o volume. 


Quando terminou estendi a massa com as mãos enfarinhadas e 


divida-a em 8 pedaços.

 Fiz bolas, achatando-as ficando com um diâmetro de 15 cm e 1cm 

de altura.


Coloquei-as num tabuleiro e deixe levedar tapadas durante 30m.



Levei ao forno 240º durante 8m


Podem rechear o pao a vosso gosto, eu coloquei um recheio de salada de tomate, atum e alcaparras, usei atum em agua e temperei só com um fio de azeite.





Xiiiiiiiiiiii, lá vem a chata outra vez com isto da BC!!!

Calma, nao atirem ja pedras sim??? Hoje vamos desvendar qual o primeiro legume a ser sugerido, e teria que ser algo que temos as 4 em comum... 



Para a semana do 11 ao 17 de outubro, começamos com um legume que tem fama de sem graça, pode significar tolices, asneiras, bobagens, mas que no fundo é um legume leve, neutro, que combina com tudo e que pode ser preparado de mil formas!

Este legume é a abobrinhacourgette ou curgete.

Ela pertence à mesma família que a melancia, o melão, o pepino e a abóbora. Pertence ainda ao gênero das abóboras e costuma-se colher ainda verde. É um fruto de fácil digestão, rico em niacina, além de ser fonte de vitaminas do complexo B e possui poucas calorias.

As flores da abobrinha (para quem tiver a sorte de achar no mercado, ou de colher na sua horta), bem como as de todos os tipos de abóboras, podem ser incorporados em diferentes pratos por serem comestíveis (i.e omeletes, saladas, recheadas, empanadas, etc.).

Os frutos são muito sensíveis e se machucam com facilidade, apodrecendo rapidamente nas partes machucadas. Por isto, escolha-os com cuidado, sem apertá-los ou danificá-los com as unhas. Escolha os frutos firmes, com a casca de cor brilhante, sem partes escuras ou amolecidas. As abobrinhas devem ter no máximo 20 cm de comprimento. Quando menores são mais tenras e saborosas.
Prefira comprar frutos com o cabinho, pois eles se conservarão por mais tempo.

Incremente o sabor do macarrão acrescentado pequenos pedaços de abobrinha cozida ao molho. Pratos da culinária oriental também incorporam facilmente a abobrinha.

Os seguintes temperos combinam com a abobrinha: alho, cebola, pimenta, cebolinha verde, azeite, limão, vinagre, gergelim, manjericão.

Igualmente, a abobrinha também pode ser combinada com condimentos tradicionais da culinária oriental (i.e coreana, japonesa ou chinesa) como o shoyu (molho de soja fermentado), azeite de gergelim (extraído de sementes de sésamo torradas), etc.
Adaptado de Wikipédia.

E então? Já começou a pensar em tudo o que podemos fazer com a abobrinha? - Texto By - Kati - Ajustando as velas


Espero que tenham gostado da viagem e da sugestao e que estejam a pensar no que fazer com o legume ehehee!!

Beijocas


26 comentários:

belinha disse...

Ando há imenso tempo para experimentar este pão. O teu ficou com muito bom aspecto.
Beijinhos
Belinha
Mundo das Receitas
http://mundodasreceitas.blogspot.pt/

Guloso e Saudável disse...

Bom dia Margarida,
Gostei muito do texto, adoro o tema...
O sanduíche de pão pita seria perfeito para o meu café da manhã.
Beijo,
Vânia

Felismina disse...

Gosto deste pão... fizeste uma deliciosa sandes, só lhe tirava as alcaparras!

Bjs.

Kati Monteiro disse...

Margarida, querida!
Estes pães parecem muito bons! Gosto de comprar, mas nunca me atrevi a fazer.
Beijos

Prata da casa disse...

Olá Margarida:gostei da tua receita de pão pita. Nunca a experimentei,embora goste bastante do seu aspeto.
Quanto à BC,como já tive oportunidade de dizer à Josy,não costumo aderir por falta de disponibilidade,mas,como gosto e utilizo bastante a courgette ,se calhar participo.
Bj
Márcia

Flávio Mesquita disse...

Este pão deve estar maravilhoso e com esse recheio hmmm...

E já andei pensando o que fazer com a courgette, só não sei é se terei tempo :/


bjs

Simplesmente Martha disse...

Que deliciaaa de sanduiche hummmm deu água na boca! beijinhos tenha um ótimo dia

Cozinha de Mulher disse...

Bom diaaaaaaaa!!!
Ai que delícia!!
Menina que saudade de você viajando conosco..
Bom demais da conta, e que lugar belíssimo!!
Queria andar de camelo.. rssr Acho que deve ser muito divertido rssrs

Adorei esse sanduíche.. esse pão deve ser delícia..
Esse recheio está tudo de gostoso..
Menina.. arrasou!

Minha amiga linda.. queria mais uma vez agradecer o carinho viu?
Sabe que se não fosse você essa BC nem existiria.. foi sua força.. seu incentivo que me fez começá-la.. e a cada semana quando recebo o carinho de vocês eu fico feliz por demais.

Obrigada minha amiga por ser essa pessoa especial na minha vida..
Eu adoro você.. muito.. muito...

Um beijo e um dia repleto de mimos..

Sheila

Andréa disse...

Querida Margarida,
muito bom fazer essa viagem com vc, ótima escolha!
A receita é simplesmente maravilhosa, amo pães caseiros
esse bom demais!
Lindo e delicioso o seu sanduíche!

Beijinhos ♥

Ana Claudia disse...

Amiga, não conhecia o pão pita, gostei... Esse sanduíche está de dar água na boca!!
Beijinhos,
Aninha

luci disse...

Que pào lindo adorei a receita quero experimentar,eu adoro abobrinha sempre tenho na geladeira beijos

Artes da Mel disse...

Margarida minha querida, pode vir jantar aqui em casa que terei o maior prazer em lhe servir o palmito assado, vc irá adorar!!!!! Dá tempo de vir hj? rssss
Adorei o país que vc escolheu e a receita. Vou tentar fazer esse pão, deve ficar muito saboroso!!!
Perfeito o legume que vcs escolheram, adoro abobrinha!
Bjsss

Rosinha Benvenga e Teresinha Putrini Bortolotto disse...

oi Margarida um pãozinho desse agora seria muito bem aceito,mas já recheado e tudo rsrsrsrs bjs Rosinha

Camila Mesquita disse...

Bom dia Margarida! Adorei conhecer um pouco mais da Jordânia através da sua postagem!
Beijo carinhoso.

Sabor no Prato disse...

Olá Margarida!! Que delícia este sanduíche!!

Abraços, Fabiana.

Léia disse...

Oi Margarida, adorei seu post.Essa receita de pão pita, ficou maravilhosa.Deu vontade de provar um sanduiche desse.Beijos e parabéns querida.

Neide MC disse...

Oi Margarida, que linda sua postagem, muito saber sobre um país tão cheio de histórias.
Essa receita ficou com certeza muito gostosa, a mistura do recheio que combinou perfeitamente.
Já estou aqui com você também.

Bjs e ótima semana para você!!

Fofura de Cupcake & Cia disse...

Oi Margarida .. Que delícia de receita !
haha , como foi bom ter você hoje *-*

vou tentar fazer a receitinha >< , qualquer coisa te conto no que deu rs.
2beijos ;*

Josy disse...

Margarida minha querida, sabe que sempre ouvi falar nesse famoso pão pita mas nunca tive a oportunidade de fazer? Esse seu ficou lindo e com esse recheio, certamente fez sucesso em sua casa. Gostei muito e adorei a blogagem, um lugar que gostaria de conhecer é esse e uma vontade: andar de camelo, deve ser super divertido. Beijinhos miga

Lenita disse...

Que bela viajem pela Jordânia, parece que fui lá!
Convidativo este pão tão soberbamente recheado!
Bjs

Érica disse...

Um ótimo post e a receita é maravilhosa.
bjs

Catarina Sá - A Cozinha da Kinhas disse...

Olá Margarida!! Adorei a viagem, Jordânia é um dos meus destinos de sonho e adoro pão pita se bem que não como muitas vezes por falta de lembrança...

beijinhos

Romy Almeida disse...

Lindo post Margarida :)
Foi uma bela viagem... e esse pão ficou uma delicia :)

Bjokas

cristina fonseca disse...

Olá amiga , desculpa ... só consegui vir aqui agora :(
Ainda não experimentei fazer pão de pita, mas já vai para a lista! A viagem foi bem agradável quase me transportaste para lá :)
Quanto à BC , já estou a tratar do assunto :D

Beijos, beijocas e beijinhos bemmmm docinhos :))

Ana Paula Jerônimo disse...

Margarida, já fiz esse pão na faculdade, e tenho planos de faze-lo por aqui também, mas nunca faço. Gostei do seu sanduiche, estou com água na boca.

Bjuuuu!!!!http://conversandoecozinhando.blogspot.com.br/

Blog do Chocolate disse...

Minha querida Margarida, muito obrigada pelo tua visita ao meu espaço no meu dia de aniversário, obrigada pelo teu carinho ! :-)

Poderia perfeitamente ter almoçado contigo, o teu pão ficou espectacular, fresco, nutritivo, convidativo.

Muito obrigada também por tanto me ensinares com este teu texto sobre outras civilizações e culturas, simplesmente adorei, não sabia muitas das coisas que aqui referes.

Beijinhos grandes