terça-feira, 14 de agosto de 2012

BC paises do mundo letra F - Crepes de chocolate


Bom dia, boa tarde, boa noite meus amores... Chegou mais um dia da BC paises do mundo lá do blog da minha doce amiga Sheila "Cozinha de Mulher".

Esta semana estava sem saber que pais escolher... confesso que me deu a preguiça de andar a pesquisar comidas de paises começados por F, e como a 12 de carro e a pouco menos de 3h de aviao tenho a vizinha França, foi para lá mesmo que eu viajei, e olhem... uma visitinha a França vale sempre a pena!

Nem só na capital Paris existem argumentos que justificam uma viagem a França. É, aliás, em França que se encontram as paisagens de Provença, montanhas como os Alpes e os Pirenéus, e praias tão diferentes como as bucólicas da Bretanha, as luxuosas de Cote d'Azur, ou as paradisíacas da Córsega. E há os argumentos gastronómicos. Que mais não fosse, a França é o país dos queijos e dos chefs, dos tintos de Bordéus e dos brancos da Alsácia.
 A capital francesa pode ser reconstituída, como tantos outros lugares, como um itinerário pessoal, como um roteiro de enredos multiplicados quase até ao infinito. Ou como um livro tão diverso quanto o número e a variedade de leitores.
 Nenhuma cidade se furta a uma condição multidimensional: é a um tempo um espaço geográfico, um mosaico de expressões arquitectónicas, uma antologia de enunciações culturais, uma coda de registos históricos. E, sobretudo, uma colectânea de representações e mitologias, de imagens preconcebidas, de ideias feitas, de interpretações que se colam à pele do topónimo como retratos inquestionáveis e mais ou menos “eternos”. Paris, berço de luzes e de trevas no torvelinho da Revolução e dos anais do século XVIII, e outras periféricas centúrias, dos ecos visionários de Voltaire e Pascal e Descartes e Montesquieu, palco dos arrebatamentos de Robespierre, Danton e Marat no cenário de fogueiras em que começou a crepitar uma nova ordem política (ou esboços de várias) que acabaram por viajar além-fronteiras, além-continente. Paris e as suas outras luzes feéricas acesas na memória das vivências oitocentistas e novecentistas de gente das letras e das telas, do impressionismo ao surrealismo e a outras modas, de Flaubert a Miller, de Aragon a Sartre e a Hemingway, nesse século XX de peregrinações que atravessaram o Atlântico em busca dos seus mitos de travesseira.E nesta enciclopédia de infinitas reconstruções de um território urbano multidimensional, eis a Paris mais gráfica e visual, a dos espaços com arquitectura dentro: dos ícones mais elementares, como a Torre Eiffel ou a cúpula do Sacré-Coeur a coroar Montmartre, com o seu circo de artistas de rua na Place du Tertre, até à mole de pedra do Louvre com as suas romarias turístico-domingueiras à Mona Lisa; do Jardim e Palácio do Luxemburgo, capricho residencial de Maria de Médicis saudosa da sua Toscânia natal, à ponte Eduardo III ou ao imperial Arco do Triunfo, em bicos de pés na geometria de parada militar dos Champs Elisées. Do Boulevard St-Michel, com as suas livrarias e alfarrabistas, à mais bela ágora da cidade que foi musa de Piaf e de Montand, a setecentista Place des Vosges, onde, num dos seus (re)cantos Victor Hugo terá escrito as páginas de «Os Miseráveis». Da rive gauche e de St-Germain-des-Prés à Place Vendôme ou ao gótico de St-Eustache, da picante Pigalle às graças científicas de La Villette.Velha como as gárgulas de Notre-Dame, pedante como a arquitectura de fortaleza emproada e engravatada de La Defense, fútil como os desfiles de moda dos “criadores”, que as convenções transmutam em génios e artistas, bem-pensante nas páginas de filósofos social-futuristas, refúgio pós-colonial e neo-colonial de músicos e artistas africanos, “Paris c'est une idée”, como trauteava Leo Ferré num jazz afrancesado e sarcástico. Uma ideia desmultiplicada em miríades de cansadas representações e mitologias.
 Aldeias de traço medieval harmoniosamente inscritas na paisagem, portos pesqueiros com tabernas animadas por cantos marinheiros, festas de celebração da cultura celta, com danças e cantos na língua bretã. Eis um dos retratos possíveis da velha Bretanha, França, numa viagem à pátria do resistente Astérix e do mago Merlin.Rennes, a capital histórica da Bretanha com o raiar da aurora, a praça enche-se de bancas decoradas por uma variedade imensa de produtos da região. Ao mercado semanal da Rennes acorre uma irrequieta multidão que ao fim da manhã esgota praticamente as irresistíveis iguarias oferecidas pelos feirantes: compotas e doces caseiros, pão dos mais variados cereais, mel, sumos artesanais de maçã, cidra e cerveja au blé noir, queijos, foie gras, legumes e flores, sem esquecer os célebres e deliciosos morangos de Plougastel.Um murmúrio incessante cruza a praça e o mar de gente move-se sem pressa. Um bando de miúdos rodeia um realejo de cores vivas. As crianças reclinam os rostos para melhor se encantarem com o som das flautas invisíveis. Do outro lado da praça, uma cena tocante pela sua singeleza ilumina-se como um retrato de íntima exactidão desta cativante Bretanha: ao lado do vermelho vivo de uma braçada de gladíolos, uma mulher de idade, vestida de azul celeste e de cabelos brancos presos por uma fita da mesma cor, canta. No bulício da feira de Rennes, uma mulher canta, a voz incerta não esconde ser a sombra de um esplendor que o passado gastou, e na toada lida num livrinho preso entre as mãos trémulas ressoam histórias que se pressentem antigas e de infaustos amores. Toda a manhã ela canta como se estivesse só e o tempo, dócil, se tivesse suspendido.
O canto é inseparável da alma bretã. Tradição que mergulha na origem céltica da cultura popular dos bretões, o canto a solo oua capella tem hoje um número crescente de cultivadores, como o bardo e compositor Denez Prigent, excepcional intérprete dogwerz, um canto sentido e repleto de silêncios que valorizam o dramatismo da voz. Um "canto sagrado e luminoso", no dizer de Prigent, cuja intensidade não deixa ninguém impassível, mesmo se não se entende uma palavra de bretão.
Não é difícil gostar do Sul de França e querer voltar vezes sem conta à região da Provença. Para variar, nada melhor que conhecer alguns recantos que permitem fugir à azáfama da costa e regalar os olhos em lugares bonitos, que ainda mantêm um lado selvagem e rústico.  
 Animada por um surpreendente dinamismo cultural e banhada pelo clima generoso do Mediterrâneo, a cidade de Arles, que apaixonou Van Gogh e atraiu Gauguin e Picasso, ilumina-se por dentro e deixa-se iluminar por fora.
idade monumental, Avignon tem a classificação de Património da Humanidade desde 1995 e o Palácio Papal é o mais eminente símbolo dessa monumentalidade contemplada pela Unesco. A cidade é também palco de um dos mais famosos e populares festivais de teatro europeus. Relato de uma viagem ao coração de Avignon. Sede actual do Parlamento Europeu, Estrasburgo foi um dos pólos de difusão das ideias humanistas e nela mergulham também algumas das raízes da condição europeia. É Património Mundial desde 1988.
 A “montanha no mar”, como lhe chamou Maupassant, é feita de picos rochosos muitas vezes nevados, rodeados por um mar morno e transparente. Mas os clichés da ilha-paraíso não lhe servem: moldada por ventos e marés, a Córsega possui um carácter forte e indomável - e os seus habitantes também.
O Luberon é só um bocadinho da Provença francesa. Mas é justamente aquele pedaço de tons dourados, onde ainda se cultiva o vinho e as azeitonas, onde o queijo e o mel ainda têm o sabor de antigamente. Entre o Reno e as montanhas dos Vosgos, junto à planície alsaciana, séculos de trabalho criaram uma das mais belas paisagens vinícolas de França. No Alto Reno, as aldeias de Eguisheim, Riquewihr, Kaysersberg, Hunawihr e Ribeauvillé emergem de um mar de vinhedos e são, ao mesmo tempo, a face irresistível da Alsácia rural e medieval.
 Exemplo quase único de uma comunidade urbana medieval assente na integração e equilíbrio das componentes religiosa e profana, o Mont Saint-Michel, no noroeste de França, conserva uma das mais espantosas edificações religiosas da Idade Média, a maravilhosa abadia gótica que tinha em Victor Hugo um fervoroso admirador. A serenidade cosmopolita que se respira nas ruelas de traçado medieval de Saint-Malo mal deixa adivinhar a agitada história que fez do burgo um grande porto de abrigo de corsários. Ainda hoje, a vocação marítima de Saint-Malo, no litoral da Bretanha, marca a identidade da cidadela, um dos grandes centros de vela da Europa. A primeira impressão que se tem em Carcassonne é a de um castelo encantado, que alguma fada terá feito nascer no cimo da colina com um toque da sua varinha mágica. Uma vez dentro das muralhas, descobre-se uma verdadeira relíquia da Idade Média, justamente procurada por milhões de turistas todos os anos. A Camarga nasceu dos ventos, do rio e do mar. De uma delicada subtileza, as suas paisagens convidam ao passeio, e os seus tons pastel só são perturbados pelo rosa vivo dos flamingos, o negro dos touros e o branco dos cavalos. Viagem à Camarga, no Sul de França, com passagem por Aigues Mortes, Saintes Maries de La Mer e Salin-de-Giraud.  Aqui vos deixo um pouco de França, país que alberga a cidade luz, a cidade do amor, e como amor lembra chocolate ou vice-versa, nada melhor que uns crepes de chocolate para celebrar este país!!!

Fontes: texto realizado com base a uma pesquisa de varias paginas na net!

Bora lá comigo para a cozinha vamos preparar uns crepes de chocolate de nos fazem viajar neste país de sonho e de lindas paisagens!

*4 ovos
*1 e 1/2 chavenas de leite
*2 colheres de sopa de manteiga derretida
*1 chavena de farinha de trigo
*2 colheres de sopa de açucar
1/2 colher de cha de sal

Numa tigela, misture com um fouet, todos os ingredientes, até obter um creme homogeneo.

Numa frigideira anti aderente, untada com manteiga, coloquem 4 colheres de sopa de massa, virem a frigideira de forma a que a massa se espalhe por ela toda. Deixem cozinhar por 30 segundos, virem com uma espatula e deixem cozinhar mais 30 segundos o outro lado. Repitam a operaçao ate acabar a massa.

Para o recheio aqueci um pacote de natas e quando estas levantaram fervura apaguei o lume e adicionei uma barra (200gr) de chocolate de nata. Verti colheradas de chocolate no interior dos crepes e fechei,  o chocolate restante espalhei por cima. Servi acompanhado de um sumo de pera, pessego, maçã e melancia! Cortei as frutas em pedaços, adicionei cubos de gelo e no liquidificador ou na bimby triturei tudo, adicionei um pouco de agua mineral e bebemos bem fresquinho!!!




Espero que tenham gostado da viagem e dos crepes!!

Beijocas


27 comentários:

Guloso e Saudável disse...

Bom dia Margarida,
Apaixonante esta instantânea viagem virtual à França, berço de tantos expoentes, é sempre um sonho a visita a França.
Os crepes são sempre uma receita prática, democrática, de simples preparo e deliciosa como esta.
Beijo,
Vânia

Cristiana urbano disse...

Margarida obrigado por me fazeres viajar de graça a um pais que adorava conhecer, esses crepes são um pecado que aspecto hummmm beijocas

Paula Vieira disse...

Delicia...

Beijinho

Paula

luci disse...

Viajamos para o mesmo lugar a frança deve ser linda,adorei a receita de crepes ficou lindo e que delícia de suco beijos

belinha disse...

Obrigada Margarida pelo teu comentário.
Como não percebo nada dessas coisas vou tentar falar com alguém que me resolva o problema.
Beijinhos
Belinha
Mundo das Receitas
http://mundodasreceitas.blogspot.pt/

Cozinha de Mulher disse...

Bom dia minha amiga linda..
Olha que essa viagem foi lindíssima em??
Delícia de crepes.. eu adoro!!
E de chocolate ainda?? Hummmmmmm
Amei.. amei demais da conta..
Como sempre você nos encanta com seus posts lindos... dá pra viajar com você..
Mais uma vez agradeço de coração o carinho da participação..
Um beijo carinhoso no seu coração.. estava com saudades..

Da amiga de sempre.. Sheila

Rosinha Benvenga e Teresinha Putrini Bortolotto disse...

muito bacana a sua receita da BC,seus pequenos devem ter adorado a receita bjs
cozinhaterapiavovoszinha.blogspot.com
Rosinha

Miminhos da Mito disse...

Olá

Que viajem boa :D eu adoro estas viagens feitas com vocês é tão bom e as delícias que fazem hummm que mimo , França é um pais cheio de historia e comidas deliciosas, mas as creparias são das coisas que mais se vê quando se anda pelas ruas de paris tanto salgados como doces , foi uma boa escolha amiga e imagino que deve ter ficado delicioso hummmm :)

Bjs

Ana Claudia disse...

Vir aqui é como ver uma enciclopédia ambulante, amiga amo seu cantinho.
Esses crepes estão de dar água na boca!!!
Seu Junior aprovará essa receita...rsrs
Beijos linda...
Ana Claudia

Andréa disse...

Querida Margarida,
como disse a Vânia é apaixonante essa viagem virtual é uma riqueza de
post ao qual ficamos por dentro de coisas que as vezes não sabíamos.
A França é bem perto do seu país, 12 horas e carro e 3 horas e avião, legal!
Parabéns pela postagem e pela receita, tudo perfeito!

Beijinhos ♥

arte da sadhia disse...

amiga estou viajando com vcs nessa blogame coletiva amei parabens esta divino também amo essa receita bjão

Sabor no Prato disse...

Olá Margarida. Que delícia de viagem! Seu crepe ficou com um aspecto muito saboroso!

Abraços, Fabiana.

Érica disse...

Os crepes ficaram lindos, tenho certeza que deliciosos.
bjs

Felismina disse...

Hummmm, gosto muito!

Bjs.

marijose disse...

Esas creps con chocolate tienen que estar de vicio¡¡¡¡, y que decir del zumo?, una delicia chica¡¡¡, que rico todo¡¡¡, besos

Artes da Mel disse...

Margarida estou aqui babando...que delícia de crepe!!!
Bjsss
Mel

Mayara disse...

Margarida, adorei os seus crepes. Beijos...

tila disse...

Como vivi em França, os teus crêpes levaram a viajar no tempo. Lembro-me na altura do "Mardi-grás" era tradição fazer crêpes. Desde então nunca mais fiz (e já lá vão muitos anos). Vou pegar na tua receita (da minha já nem me lembro)e vou fazer um dia destes. E com muuuito chocolate.
Bjkas

Miriam disse...

Seus Crepes estão divinos...amei!!!
A França é um país encantador!!!

1000 Beijokinhas

Natércia disse...

Olá Margarida minha linda Flor!
Amei de coração os teus crepes ficaram lindíssimos...um beijinho.

Fofura de Cupcake & Cia disse...

Oi Margarida *---*
Hmmm, eu amo crepe.. de chocolate então ?! kkkkk.
Devia estar delicioso ! :9 Receita anotada \o/
2beijos, e um ótimo dia ^^

anapaulaml disse...

Olá Margarida,

Escolheste muito bem, porque a França é um país mágico. Eu gosto muito de Paris, mas a zona dos Pirinéus para mim tem magia.

Crepes eu adoro e os teus parecem muito bons, dá para mandares um?

beijinhos

Catarina Sá - A Cozinha da Kinhas disse...

Olá Margarida! Antes de mais o meu obrigada pela tua visita lá na minha Cozinha e agora cá estou eu para retribuir!! mal chego aqui encontro uns crepes fabulosos e bem gulosos!!! é pena já ser tarde senão ainda me aventurava a ir para a cozinha fazer uns quanto só para matar o vício da gula ;) já me tornei tua seguidora e podes contar comigo para muitas mas mesmo muitas visitas :))

beijinhos!!

Romy Almeida disse...

Adoro crepes, seja de que forma for :)
Doces ou salgados ninguém lhes resiste.
Adorei a tua sugestão :D

bjs

Josy disse...

Margarida querida demorei mas cheguei finalmente, é que passei por vários países, e as escalas demoravam muito,o desembarque e embarque nossa to cansada hehe. Adorei suas crepes, deliciosas, e o texto excelente, uma verdadeira lição francesa. Beijinhos

Joana disse...

Margarida esses crepes estão uma maravilha!!! :)
Não é preciso ir a França comê-los, vamos todas fazer uma visita ai a casa!!
Um beijinho

Moranguetes disse...

Olá Margarida !
Adorei a viagem ! Que história !!!
Mas Sou a opinião da Joana, fazemos-te uma visita e provaos estes crepes maravilhosos.
Beijinhos.