terça-feira, 21 de agosto de 2012

Batido de morango/BC das cores - Rosa/BC dos paises A a Z - Grecia


Bom dia, boa tarde, boa noite... Mais um dia 21 que chega e mais uma terça desta vez com 2 BC a sobreporem-se... O batido de morango nao é tipico da Grecia, usei iogurte grego pelo menos tem alguma coisita em comum... 
Nao queria deixar de participar em nenhuma delas, de uma vou mostrar Creta com olhos de quem lá esteve, e a das cores pois claro tem o batido para a acompanhar.

No dia a seguir ao casamento apanharam o avião com destino á Grécia, chegaram á Capital Atenas de onde apanharam o barco para Creta, a maior ilha deste país, chegaram lá cerca das dez horas da manha, o sol radioso dava á ilha um aspecto quase mágico. A primeira noite que passaram na ilha ficaram em Khaniá, hospedados no hotel Lúcia, na Akti Koundouriótou, frente ao porto. Depois de desfazerem as malas foram passear, conhecer um pouco da civilização grega, visitaram a Mesquita Janissaries, em Chania, construída no século XVII, passearam pelo Porto de Rethymnon. O Castello del Molo, uma fortaleza construída entre 1523 e 1540, durante o domínio veneziano. Situa-se na entrada do antigo porto de Heraklion. O Palácio de Knossos restaurado, fica próximo da actual cidade de Heraklion. O antigo palácio de Knossos foi construído pela civilização minóica, nome que deriva do lendário rei Minos, o qual, supostamente, teria morado no palácio. À noite dirigiram-se a  Agya Roumeli, uma aldeia muito pequena mas com as tavernas do costume, onde é sempre possível encontrar peixe fresco e salada grega com verdadeiro queijo feta.
Voltaram ao hotel por volta das vinte e três horas, exaustos, mas muito felizes.

No dia seguinte foram visitar o desfiladeiro de Samaria um prazer para os olhos: começa com um mergulho nas suas florestas sombrias e termina com um mergulho no mar.
Chegaram de barco à pequena aldeia de Agya Roumelin, a entrada do Parque Nacional de Samaria, em Xilóskala, a “escada de madeira”. À sua  frente levantam-se as Montanhas Brancas, ligeiramente avermelhadas e a desfazer-se em calhaus redondos de todos os tamanhos. Chegaram ao fundo, quase uma hora depois, olharam para eles acumulados em redor do ribeiro que, apesar do seu ar indolente, pode ser extremamente perigoso, sobretudo na Primavera, era difícil de imaginar, enquanto atravessaram estes bosques sombrios, onde a água corre num suave murmurar por baixo das pedras do caminho.

 Para trás foram deixando velhas igrejas, sabiamente contornadas por um trilho muito bem cuidado, e vários miradouros. Quase a meio do percurso, encontraram as ruínas da antiga aldeia de Samaria, com bancos e mesas dispostos à sombra, fizeram uma pausa e um piquenique com os alimentos que tinham comprado no pequeno café existente na entrada do parque. Mais ao menos aqui despediram-se da floresta densa e entraram no reino mineral, um cenário que não os deixou esquecer que estavam na ilha de Creta: montanhas secas e encrespadas de pedra, fios de água que parecem não ter qualquer efeito no aspecto árido e morto da terra, um sol ofuscante como só se encontra no Mediterrâneo. Os caminhantes aproveitam os calhaus roliços arrastados pelas águas baixas e transparentes do rio, e dispõem-nos em centenas de montículos ao longo do trilho. E as paredes de pedra vão-se aproximando uma da outra, inexplicavelmente, a ponto de parecerem fechadas na sua frente:

-Achas que o caminho tem continuação? – Perguntou o Miguel.

-Penso que sim, mas não nos resta outra opção senão continuar e ver!

Enquanto seguiam o seu trilho, eram constantes as demonstrações de carinho entre os dois, sem darem por isso iam-se  aproximando da próxima curva e avistaram a continuação do trilho tendo a certeza que podiam continuar.
À medida que avançavam pela parte mais estreita do desfiladeiro, verdadeiro corredor de pedra, a temperatura vai baixando e predomina a sombra, já que o sol só toca no chão durante poucas horas por dia.
Olharam para o fundo onde ficam as Portas de Ferro, o fim da garganta:
-Miguel, olha, estica os braços bem fundo, temos a sensação que podemos tocar nas duas paredes!
-Espera, deixa-te estar assim, eu tiro-te uma fotografia, vai ficar linda!
-Eu sou linda! – disse a Margarida rindo-se para o Miguel.
Atrás deles uma fila enorme de turistas fazia fila para também eles tirarem uma fotografia, a garganta, o final do desfiladeiro era um ex libes da ilha de Creta.
Depois de  todo o caminho deram  um mergulho no mar azul que avistaram ao longe. Trocaram beijos e carícias, era como se estivessem num local só deles onde o resto do mundo não existia. Para a Margarida tudo era magico, estava a fazer a sua viagem de sonho com o homem que ela amava e acima de tudo era seu marido.
 Lá do alto o kastro espreitava-os, as ruínas do antigo castelo ainda imponente que parece vigiar os barcos dos piratas, e, por baixo a pequeníssima aldeia de Agya Roumeli, cujas casas parecem ter todas quartos para alugar, um pequeno restaurante ou uma mercearia.
Decidiram alugar um quarto numa casa e ficarem ali alojados para o dia seguinte para continuarem a explorar o desfiladeiro.
No dia seguinte  pela manha deram um  passeio suave de apenas uma hora por praias de areia escura, visitaram a igreja que aparece em todos os postais, Agyos Pavlos, com o seu ar romântico e desprotegido, encalhada numa praia de seixos negros.
 À tarde continuaram mais três horas ao longo da costa e puderam apreciar ainda melhor a natureza da ilha. Chegaram à deliciosa aldeia de Loutró, uma das muitas onde só se chegava de barco ou a pé. Uma aldeia que vive do turismo motivo pelo qual eles adoraram ali a comida. Mas ouve algo que chamou a atenção da Margarida, na praia escrita em várias línguas estava um cartaz que proibia o topless:
-Oh, que pena, estragaram-me a diversão, logo agora que eu me queria bronzear sem a parte de cima do biquíni, é mesmo para estragar a lua de mel de um casal.
-Lá estás tu com as tuas ideias, como se eu te deixasse fazer isso!
-Deixavas, deixavas! Aqui ninguém nos conhece, portanto não havia problema!
-O que é meu, é meu, não é para mostrar aos outros!
-Ui, que marido ciumento que eu arranjei, olhar não tira pedaço!
Margarida envolve o marido num abraço e dá-lhe um beijo apaixonado:
-Não fiques assim, não vês que eu estou a brincar contigo? Diverte-te Miguel, á a nossa lua-de-mel!

De volta a Khaniá, e ao hotel Lúcia, a Margarida pegou no guia de turismo e dedicou-se a ler um pouco da história de ler Samaria e a Montanhas Brancas:

-Sabias que segundo a lenda foi um Titã que rasgou as montanhas com a sua espada, criando assim a improvável garganta de pedra, enquanto Zeus, nativo de Creta, instalou o seu trono no cimo do monte Gygilos, um dos cinquenta e oito cumes com mais de dois mil metros que a ilha possui?
-Mas isso é uma lenda!
-Claro, ou não estivéssemos nós na Grécia, terra dos deuses!


-E cientificamente há alguma definição?
-“Eles não sabem nem sonham que o sonho comanda a vida!” – Cantarolou a Margarida - tu e a tua mania de querer tudo preto no branco! Ainda bem que eu ainda acredito que nos sonhos.
-Sim sonhadora, mas continua a ler o que diz o guia de turismo!
- Diz que estudos mais recentes, no entanto, mantêm, que foram as torrentes de água que descem das montanhas a caminho do Mar da Líbia que escavaram esta impressionante passagem, ao longo de milénios.
Continuaram a falar mais algum tempo, a fazerem horas para irem jantar.
A Margarida mais adepta de aventuras quis experimentar os variados pratos gregos, gostava de explorar novos sabores e novas especiarias, nunca dizendo que não a uma novidade, com o Miguel as coisas eram mais complicadas, uma vez que este era mais esquisito quando se tratava de conhecer novas gastronomias, levando muitas vezes a Margarida a rir-se e a fazer-se valer das suas diferenças.
No dia seguinte rumaram para as ilhas gregas Cíclades, começaram por visitar a Ilha Amorgos. Chegaram a Vroutsi com os olhos cheios de mar, um azul infinito recortado em baías ruivas e secas. Os socalcos cavados pelo homem há muito foram abandonados, assim como os velhos muros e casas de pedra, agora habitadas por cactos. Uma placa indica o caminho para o cabo de Kastrí; trata-se da localização primitiva da povoação de Arkessíni, já que a mais moderna ficava a alguns quilómetros de distância.
Uma calçada pedregosa desce entre muros altos, em direcção a uma igreja de delicadas proporções, cuja cúpula imita o tom do mar ao meio-dia. Da igreja, a vista alcança o porto de Katápola e a khóra, o nome que se dá nas ilhas à povoação mais importante. Continuaram a descer em direcção ao promontório rochoso que esconde uma capela, alguns túmulos, ruínas e velhos muros. Não são as ruínas que impressionam, mas o local: repararam que o rochedo só é acessível por uma escadaria de pedra e o resto desce a pique sobre o mar.

  Um mar liso, onde passam, em silêncio, veleiros e ferries gigantescos. Ao fundo recorta-se a silhueta das “Pequenas Cíclades”, as menores das ilhas habitadas do arquipélago.
O sol doura a paisagem e faz rebrilhar a colmeia branca da khóra. Uma paz imensa acompanha-os e ao cheiro quente e resinoso dos arbustos. Dois pastores vêm até aos estábulos improvisados com pedras antigas, cumprimentando com acenos antes de montar nos burricos e regressar à aldeia.
 - Foram as únicas almas com quem nos cruzámos – disse a Margarida – já reparaste Miguel?
-É verdade, mas aqui respira-se paz e tranquilidade, acho que era um dos sítios onde eu não me importava de viver!
-Sim, estou mesmo a imaginar, quando regressasses a Portugal, dava uma coisinha má á tua mãe, quando visse o quão magro que tu estarias!
-Porquê?
-Ainda não te vi comer de bom grado a comida Grega, isso leva-me a deduzir que não seria um bom sítio para víveres.
Dormiram, duas noites nesta ilha, percorrendo tudo o que havia para ver, estavam a ser uns dias fantásticos, sempre receados de sol e temperaturas amenas como caracterizam o Mediterrâneo.
A Ilha Thira foi o seu lar nos oito dias seguintes, o seu hotel tinha uma vista explendida para o mar, alias, Em Firá, a khóra de Thíra, todos os hotéis e restaurantes têm vista sobre a nova ilha que nasce na caldeira do vulcão coberta de mar. Às vezes fumega e, no tempo quente e nublado, redobra o ar de mistério.
O caminho que circunda a crista da caldeira, começa em Imerovígli, a três quilómetros da cidade, do lado esquerdo da estrada, na faixa de terra que fica entre o mar e um pequeno cemitério.
-Reparaste na ilha quando chegados de barco? – Perguntou o Miguel.
-Estás a falar falésias?


-Sim, reparaste que são a pique sobre o mar? E as cores?
-Sim, tem duas que sobressaem mais, o preto e o castanho-avermelhado.
-É sobre essa crista que estamos a caminhar agora, e temos uma visão ampla sobre o “lago marinho” em que se transformou o vulcão.
-Sabes que foi por volta de 1550 a.C. que Thíra, também conhecida por Santoríni, se transformou na mais dramática das Cíclades: o seu vulcão explodiu com tal violência que hoje a ilha é apenas uma meia-lua em forma de quarto crescente.
-Como sabes?
-Que achas? Li, sabes bem que eu gosto de estar informada sobres os locais que visitamos, todos têm historias, lendas e passagens que vale a pena conhecer, bem como culturas e tradições tão diferentes da nossa.
Deste caminho que une Thíra a Ía, a segunda cidade da ilha, é que conseguiram abranger ao mesmo tempo as pintas brancas das povoações sobre a rocha calcinada, as vinhas nas zonas planas, aproveitadas para a agricultura, e algumas praias inesperadas de areia negra.
Esperaram pelo final da tarde em Ía junto de um moinho de vento para ver o por do sol, um espectáculo que na Grécia nunca se cansaram de ver.
O trilho é uma pequena montanha-russa, subindo duas vezes em direcção a duas capelas, descendo para se unir com a estrada durante uns cem metros, e reaparecendo depois do lado esquerdo. Ía é uma inesquecível colmeia de casas brancas e em tons pastel, infinitamente mais bonita e sossegada do que Thíra.

Mais tarde foram jantar e desta vez a Margarida decidiu pedir um peixe grelhado, acompanhado pela salada grega composta de tomate e queijo feta, polvilhada com orégãos e regada com azeite, enquanto o Miguel se ficou por um churrasco, uma vez que continuava a torcer o nariz á salada, acompanharam o jantar com um belo vinho de Santorini.
No dia seguinte subiram ao topo da ilha de teleférico, a vista era deslumbrante, as casas brancas no alto e ao fundo o mar Mediterrâneo. Almoçaram num restaurante perto da saída do teleférico, e passearam pelas ruas da cidade, a margarida aproveitou para comprar alguns presentes para os amigos e familiares. Havia imenso por onde escolher, desde cosméticos feitos de azeite de oliva, ate doces, estátuas de alabastro e jóias gregas.
Passaram por um habitante local com uma carroça carregada de pistachos, a Margarida comprou um saco enorme, escusado será dizer que passaram o resto do dia a passear e a comer come-los.
Eram dias edílicos, dias que se permitiam a tudo, afinal só contavam casar-se uma vez na vida e estes dias por mais viagens que fizessem nunca mais teriam o mesmo “sabor”."


Bora lá comigo para a cozinha vamos preparar um batido que ficou simplesmente delicioso!!!!


*1/2 banana da Madeira
*7 morangos
*1 iogurte grego natural
*leite magro a gosto
(se forem muito gulosas, podem sempre usar açucar, eu nao usei, depende do vosso gosto)

Pohhhh, agora vem a  parte mais dificil, mas dificil mesmo... descascam a meia banana e cortam ás rodelas para o copo da bimby ou do liquidificador ou da varinha magica, costam tb os morangos em rodelas, acrescentam o iogurte grego e picam tudo até  se obter uma mistura homogenea e cor de rosa, depois é só adicionar o leite a gosto, dependendo da consistencia com que querem o batido, e podem acrescentar umas pedras de gelo.



Eu ainda acredito que o mundo se possa tornar cor-de-rosa!!!

O texto acima foi tirado do meu livro "Simplesmente Margarida", o relato está baseado na minha viagem á Grecia, possivelmente muitos hoteis e cafes que eu foco podem ja nao existir, mas na altura em que a açao se passa, existiu e fazia todo o sentido falar neles!!!

Sheilinha, eu sei que a minha participaçao esta semana foi fraquinha, mas com a familia cá na terra e com o maridon de ferias... afff o tempo foge nao sei para onde!!!

Beijocas






























38 comentários:

Guloso e Saudável disse...

Olá amiga Margarida,
Gostei muito de viajar contigo até um país tão encantador como a Grécia, também adorei saborear esta deliciosa vitamina de morangos e banana.
Beijo,
Vânia

Cozinha de Mulher disse...

Bom dia minha amiga...
Que fraquinha nada.. eu adorei...
Também amei a história da Margarida e do Miguel.. louca pra saber o final srsrs
Olha que lá em casa o iogurte grego foi muito aprovado... Talitha adorou srsr

Nunca tinha experimentado, mas amei.. tanto no molho, como batido com frutas... hummmmm srsrsr
Bom demais menina..

E curte mesmo a família nessas férias amiga.. aproveita o máximo...

E mais uma vez obrigada viu amiga? Pelo carinho e pela participação linda que sempre tem lá no meu cantinho....
Um beijo mais que carinhoso
Sheila

Rosinha Benvenga e Teresinha Putrini Bortolotto disse...

oi Margarida bom dia,o seu batido de morango ficou lindo além de saboroso e saudavel,essa viagem a Grecia está me deixando com vontade de conhecer esse lindo país bjs Rosinha

Ana Claudia disse...

Bom dia maninha portuguesa, estamos em casa ansiosos para ler o final do livro... Juninho perguntou qdo sai... Rsrsrs... Ler metade somente é maldade pura...
Essa vitamina está uma delícia, há anos não tomo, o leite me faz mal. deu água na boca...
Beijinhosss
Aninha

Cris disse...

:) obrigada por teres ja posto a minha participação , hj tive de publicar mto cedo ou não iria conseguir. E ainda não tive como passar o link:P
Agora esse batido é bemmmm ao meu gosto!
É sempre reconfortante passar aqui na tua cozinha , quer seja pelas tua palavras quer seja pelas receitas ! Um beijinho bemmmm docinho para ti

luci disse...

Que post lindo Margarida adorei o texto parabéns,que delícia de receita eu quero um copo bem cheio beijos

Miminhos da Mito disse...

Olá

Que coisa boa estas tuas palavras o livro vai ser um sucesso :)
o batido é bem ao meu agrado , adorei :)

Bjs

Sabor no Prato disse...

Olá Margarida! Este seu batido ficou ótimo! Sua blogagem de hoje está linda, parabéns!

Abraços, Fabiana.

Andréa disse...

Querida Margarida,
gostei muito da sua aventura, esse livro que vc escreveu dá pra fazer uma bela viagem.
O seu batido tá bom demais, adoro essa mistura de sabores!
O biscoito maria é o mesmo biscoito de maisena, pra mim é a mesma coisa.

Beijinhos ♥

M. disse...

Quanta beleza e delícias no teu blog, é só o que tenho a dizer!!!
Beijinhos, boa semana!
Madalena

ANDRÉA disse...

Bom Dia Flor do dia,
Amei!!!
Seu Cantinho é Simplesmente Maravilhoso!

Beijo no Coração
Andrea

marijose disse...

Hola Margarida, me gusta mucho ese batido asi que pasame un vaso bien fresquito que con este calor me vendria genial¡¡¡, un beso

Simplesmente Martha disse...

Nossa que deliciass amei beijos

Romy Almeida disse...

Amiga... gostei muito do teu batido mas confesso que a presença do leite me faz alergia lol
Não gosto de leite simples e nos batidos tendo sempre dispensá-lo :)
Acho que preferia uma bola de gelado em sua substituição lol

Mas isso sou eu que sou alérgica a leite... aposto que está delicioso... para quem gosta ehehe

Bjokas

Fê Dayrell disse...

Adorei o post a viagem, tudo e ainda mais acompanhado deste gelado.
bjo

Cristiana urbano disse...

hummm tanta coisa boa beijocas

Mãos de prata disse...

Olá Margarida: espero que estejas a gostar das tuas férias ( quem não gosta,não é?).Também tenho ainda mais uns dias para gozar.
Gostei de "viajar" contigo até à Grécia e deste batido então,nem se fala. Adoro batidos e este sabia agora mesmo bem.
Bj
Márcia

Artes da Mel disse...

Margarida este seu blog está com uma cor linda! Adorei as receitas!!! Vc não me viu no voo pra Grécia? rssssss
Bjss
Mel

Fofura de Cupcake & Cia disse...

Oi Margarida *--*
Eu fiz uma receitinha para sua BC hahah
Ficaram lindas suas receitinhas ! :]
2beijos

Rita disse...

Olá boa tarde pra vc!
Muitas vezes uma palavra de carinho
uma visita deixa nosso dia mais feliz
Por isso venho ver como vc está e dizer
que encontrei aqui, o que gosto e me delicio
com tudo isso
Abraços com carinho
Rita!!!!

Érica disse...

Adorei o post todo muito bom mesmo, e a vitamina me deixou com água na boca.
bjs

Catarina Sá - A Cozinha da Kinhas disse...

Olá Margarida!! gostei muito do teu post e fiquei ainda mais surpreendida quando li que escreveste um livro!!! Será que ainda o encontro à venda???? Gostava de o ler, pois gostei muito do texto que transcreveste aqui no blogue!

beijinhos

Flávio Mesquita disse...

Gostei muito da tua sugestão :D

Ainda não li o excerto, mas de certeza que vou gostar (:

Felismina disse...

Gosto bem de batido de morango, boa sugestão!
Cá está a minha praticipação
http://felismina.blogspot.pt/2012/08/pudim-rosa-blogagem-das-cores.html

Bjs.

A arte em ser mulher disse...

MUITO REFRESCANTE ESSA RECEITA MARGARIDA, ADORO MORANGOS.
Bjocas.

Paula Vieira disse...

http://docemaisoumenos.blogspot.pt/2012/08/blogagem-coletiva-das-cores-do-arco-iris.html

Aqui fica a minha participação

Beijinho

Josy disse...

Margarida querida, gostei demais da história da Margarida e do Miguel e esse batido ficou delicioso com certeza, adoro sucos de frutas em que vai o leite, ficam mais saborosos, e mais cremosos. Beijinhos

Lamarque disse...

seu espaço está joia, dinamico... tem vida. gostei do proposito dele. parabens. prossiga. abraços lamarque

Belocas disse...

Olá Margarida,
Adorei a viagem à Grecia.
A "lua de Mel" é sempre uma viagem inesquecivel.
Lamentavelmente, com tantas visitas que faço não descobri qual a cor desta blogagem e depois acabei por me destrair. Também tenho tido os filhotes de férias, em casa, e depois a trabalhar, ando sempre a correr para dar resposta a tudo.
Quanto ao batido, adorei, é uma ótima sugestão, saudável e até prefiro sem açúcar....
Uma grande beijoca e desejo que continue a ter tempo para fazer "luas de mel"

mariana/receitas para a felicidade disse...

Que bem se devia estar contigo na Grécia Margarida, debaixo daquele sol ,numa esplanada, na risota e a deliciarmo-nos com este batido

beijinho e desculpa a ausência mas vou meter as visitas mais em dia.

Salsa Verde disse...

Que viagem fantástica Margarida!!!
Beijinhos grandes,
Lia.

Kati Monteiro disse...

Oi Margarida,
vim agradecer a visita e conhecer o teu cantinho.
Não cheguei a tempo para a blogagem coletiva desta vez, quem sabe na próxima?
Beijos e até breve!

arte da sadhia disse...

hummmm que dleicia amiga tudo gostoso ..amei essa postagem parabens e as recewitas hein divinas bjokas

Josy disse...

Portuleira querida, deculpe essa velha e caduca amiga do lado de cá do Atlântico, lembro do seu projeto, mas que receitas vc fala? Precisava te mandar receitas? Poderia refrescar as minhas idéias? To véia miga to véia, perdão. Bjos

Papoila disse...

Vim retribuir a visita e fiquei fascinada. Voltarei cá com frequencia. Obrigado pelas boas ideias. Bjs

dark angel disse...

ola amig vim ver o seu maravilhoso blog, gostei imenso do que vi aqui, vim também fazer lhe um convite para visitar o meu blog de dicas para blogs, e se quiseres podes anunciar gratuitamente o teu blog http://ganha-dinheiro-net.jimdo.com

Executiva de Panela disse...

Que post lindo! Com viagem, cor e muitas receitas bonitas. Margarida, obrigada por sua presença carinhosa no meu blog e participação no sorteio. Antes que eu viesse aqui para avisá-la, você apareceu por lá e me prestigiou. Obrigada! Quanto ao seu batido... Ahhh... Vou experimentar e logo! Beijos, Paula

Daiana disse...

Adorei seu blog !!!!!

Esse morangos...hummmmm